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Como o Brasil regula as armas de uso restrito e quem pode acessá-las
20 OUT 2025
A regulamentação das armas de uso restrito no Brasil é resultado de um esforço para equilibrar o direito individual ao esporte e à legítima defesa com o dever do Estado de garantir a segurança coletiva. Esses armamentos se destacam por sua alta potência e capacidade técnica, exigindo critérios rígidos para aquisição e uso. O controle é essencial para que tais armas permaneçam nas mãos de profissionais e esportistas qualificados, evitando riscos à sociedade. O que caracteriza uma arma de uso restrito A definição de “uso restrito” está estabelecida no Decreto nº 11.615/2023 e na Portaria Conjunta C Ex/DG-PF nº 2/2023. Segundo essas normas, são restritas as armas destinadas prioritariamente às Forças Armadas, forças policiais e, em situações específicas, a atiradores desportivos e caçadores devidamente registrados. A classificação leva em conta três aspectos principais: Energia cinética da munição, que define o poder de impacto; Calibre do armamento, indicador de diâmetro e força do projétil; Funcionalidades específicas, como o disparo automático ou a capacidade de rajada. Em resumo, armas de uso restrito são projetadas para contextos em que o desempenho e a precisão precisam superar limites convencionais. Exemplos de armas de uso restrito Alguns tipos de armamento que se enquadram nessa categoria incluem: Armas automáticas: disparam rajadas contínuas, sendo exclusivas para uso militar e policial. Armas semiautomáticas: podem ser restritas conforme sua energia e calibre. Pistolas e revólveres nos calibres 9 mm, .40 S&W e .357 Magnum, quando ultrapassam 407 joules de energia. Rifles com energia acima de 1.620 joules, frequentemente utilizados em provas de precisão esportiva. Espingardas semiautomáticas ou de calibre superior a 12 GA. Armas de pressão acima de 6,35 mm, salvo exceções destinadas ao lazer, como o paintball. Esse controle evita que equipamentos de alto poder de fogo circulem livremente no mercado civil, preservando o equilíbrio entre liberdade e segurança. Quem pode ter acesso às armas restritas O acesso é limitado a grupos que demonstram preparo técnico e necessidade comprovada: Forças de segurança: Exército, polícias e outras instituições em operações oficiais; Atiradores desportivos de níveis 3 e 4, mediante comprovação de evolução esportiva e participação em competições; Caçadores registrados, apenas em casos específicos, como o manejo de espécies invasoras. A autorização exige registro válido, exames psicológicos e técnicos, além de justificativa formal para cada solicitação. Aplicações legítimas Essas armas têm usos bem definidos: No tiro esportivo, calibres como .223 Remington e .308 Winchester são utilizados em provas de precisão de longa distância; Na segurança pública, fuzis automáticos e espingardas semiautomáticas são indispensáveis em operações de alto risco. Conclusão A loja Hunter Shop, de Ariquemes (RO), conclui que controle sobre as armas de uso restrito é um pilar fundamental da política de segurança no Brasil. A regulamentação não busca impedir o acesso, mas garantir que ele ocorra de forma responsável e criteriosa. Dessa forma, o país mantém o equilíbrio entre o uso legítimo de armamentos de alta potência e a proteção da sociedade. Para saber mais sobre armas de uso restrito, acesse: https://legalmentearmado.com.br/blog/legislacao/calibres-permitidos-restritos https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/ultima-hora/pais/lula-edita-decreto-e-modifica-regras-sobre-armas-registro-e-posse-no-pais-veja-o-que-muda-1.3600427
Continuidade garantida: Polícia Federal mantém validade original do CR
13 OUT 2025
A Polícia Federal confirmou que o prazo de validade dos Certificados de Registro (CR) de Caçadores, Atiradores desportivos e Colecionadores (CACs) continuará sendo de 10 anos, conforme previsto originalmente. O anúncio foi feito em 7 de outubro de 2025, durante uma audiência pública em Brasília com representantes do setor. O Coordenador-Geral de Controle de Armas de Fogo, Wellington Clay Porcino Silva, reforçou que “os CRs não vencerão no próximo ano”, dissipando preocupações sobre uma possível renovação em massa prevista para 2026. Discussões e decisão da PF A medida encerra meses de debate interno e incerteza entre CACs e entidades do segmento. Estimava-se que mais de 1 milhão de CRs poderiam vencer simultaneamente, caso o prazo fosse reinterpretado à luz do Decreto nº 11.615/2023, que reformulou as regras de controle de armas no país. Diante desse cenário, a PF estudou alternativas para escalonar as renovações, mas decidiu manter a validade plena dos certificados, reafirmando uma postura de estrito cumprimento legal. Segundo Porcino, a corporação revisará trechos da Instrução Normativa nº 311/2025, que rege o sistema Sinarm-CAC, para adequar o texto à decisão. “Não encontramos fundamento no decreto para reduzir o prazo de validade. Somos legalistas e não iremos além do que a lei permite”, destacou o coordenador, sob aplausos dos participantes da audiência. Impacto no setor e segurança jurídica A confirmação traz alívio e previsibilidade para o setor, que vinha enfrentando dúvidas sobre a necessidade de renovação em massa. Clubes de tiro, lojistas e federações temiam uma sobrecarga administrativa e o travamento do sistema eletrônico da PF caso os prazos fossem alterados. A manutenção dos 10 anos para o CR assegura continuidade das atividades esportivas e colecionistas, além de reforçar a confiança nas novas rotinas digitais do Sinarm-CAC. Validade dos CRAF e diferenças de prazos Embora o CR mantenha o prazo original, a PF confirmou que os Certificados de Registro de Arma de Fogo (CRAF) continuam com validade reduzida para três anos, conforme o Decreto nº 11.615/2023. Assim, todos os CRAF emitidos antes de 21 de julho de 2026 terão vencimento nesta data, enquanto os emitidos após esse marco valerão por três anos contados da emissão. A renovação do CRAF, assim como do CR, deve ser feita pelo sistema Sinarm-CAC, exigindo documentos como comprovante de residência, comprovação de ocupação lícita, certidões negativas e laudos psicológico e técnico. O processo digital foi mantido sem alterações de requisitos. Estabilidade em meio à transição A decisão da Polícia Federal representa um marco de estabilidade e segurança jurídica para os CACs, em meio às mudanças trazidas pela transferência do controle de armas do Exército para a corporação. Ao preservar a validade original do CR, a PF reforça seu compromisso com a legalidade e evita impactos logísticos que poderiam comprometer o funcionamento do sistema e das atividades esportivas em todo o país. Para saber mais sobre o assunto, acesse: https://www.theguntrade.com.br/noticias/pf-mantem-validade-original-de-crs-nao-vencerao-ano-que-vem/ https://www.theguntrade.com.br/mundo-cac/renovacao-de-cr-em-2026-e-imenso-desafio-e-tera-nova-norma-diz-pf/
Atirador turco é campeão europeu e mostra que talento supera tecnologia
08 OUT 2025
Aos 52 anos, Yusuf Dikeç voltou a brilhar nos estandes de tiro e conquistou o título da Liga dos Campeões da Europa, disputada em Istambul. Ídolo nacional e figura carismática do esporte, ele reafirmou que a técnica e a serenidade superam qualquer equipamento caro ou sofisticado. Vestindo apenas uma camiseta branca, óculos comuns e mantendo o gesto característico da mão no bolso, o atirador turco repetiu o estilo que o tornou um fenômeno nas Olimpíadas de Paris 2024 — e levou o ouro com autoridade. Do sucesso olímpico ao ouro em casa O mundo do tiro esportivo conheceu Yusuf Dikeç nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, quando ele conquistou a medalha de prata na pistola de ar 10 metros por equipes mistas, ao lado da compatriota Sevval Ilayda Tarhan. A conquista representou a primeira medalha olímpica da Turquia no tiro esportivo, além de torná-lo o medalhista mais velho da história do país. Um ano depois, diante da torcida turca em Istambul, Dikeç brilhou novamente. Em dupla com Mustafa Inan, ele derrotou os alemães Christian Reitz e Paul Froehlich na final da Liga dos Campeões da Europa, celebrando o ouro com simplicidade e emoção. A vitória reforçou sua trajetória marcada por foco e autenticidade. Um estilo que virou símbolo de naturalidade Enquanto a maioria dos atletas depende de coletes, viseiras e acessórios tecnológicos, Yusuf Dikeç conquistou o público por desafiar esse padrão. Sua postura descontraída, atirando com uma das mãos no bolso e sem qualquer aparato especial, se transformou em sua marca registrada. “Minha pose representa o verdadeiro espírito olímpico: jogo limpo, simplicidade e naturalidade. Nunca precisei daquele equipamento. Sou natural, um atirador nato”, declarou o ex-militar. Com essa filosofia, o turco mostrou que o essencial está na mente. Dikeç combina calma, confiança e precisão, transformando o ato de atirar em uma demonstração de controle absoluto. Um exemplo que inspira o mundo A nova conquista consolidou Yusuf Dikeç como um dos maiores ídolos do tiro esportivo europeu. Para ele, representar seu país em casa teve um sabor especial: “Competir em Istambul e vencer diante do meu povo foi uma honra indescritível”. Agora, ele se prepara para o Campeonato Mundial de Carabina e Pistola da ISSF, que será realizado em novembro, no Cairo, Egito. E, como sempre, o mundo do tiro espera vê-lo repetir sua filosofia vencedora. Mais do que títulos, Dikeç ensina que a verdadeira precisão vem da simplicidade — e que o maior equipamento de um atleta é a mente tranquila. Apesar disso, a loja Hunter Shop, de Ariquemes (RO), reforça a importância do uso de equipamentos e acessórios para aumentar a performance na prática do tiro esportivo. Para saber mais sobre o assunto, acesse: https://ge.globo.com/olimpiadas/noticia/2025/10/06/lembra-dele-turco-que-viralizou-nas-olimpiadas-ganha-titulo-europeu-de-tiro.ghtml https://www.olympics.com/pt/noticias/yusuf-dikec-atirador-turco-viraliza-novamente
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